Escola do Silêncio: Chess Classes

ESCOLA DO SILÊNCIO: AULAS DE XADREZ
> Todos os Sábados entre as 18h00 e as 20h00
> Primeira aula no dia 20 de Outubro
> As aulas têm um custo de 20€ por mês
 
Escola do Silêncio traz à OKNA – Espaço Cultural aulas de Xadrez regulares para todas as idades e estratos com Daniel Gonçalves Quintã, um jogador federado desde 1996, Campeão Nacional na categoria menores de 16 em 2000 e na categoria menores de 20 em 2004. Daniel é também o coordenador e editor da coleção de livros “Xadrez Português”.
 
“Uma partida de xadrez é uma coisa visual e plástica, e se não é geométrica no sentido estático da palavra, é uma mecânica visto que se move; é um desenho, é uma realidade mecânica. As peças não são belas por si mesmas nem a forma do jogo, mas o que é belo – se a palavra «belo» pode ser usada – é o movimento. Então, é uma mecânica, no sentido, por exemplo, de um Calder. No xadrez, existem, sem dúvida, coisas extremamente belas no domínio do movimento, mas não no domínio visual. Imaginar o movimento ou o gesto é que faz a
beleza neste caso. Está completamente dentro da massa cinzenta.”
 
– Marcel Duchamp
 
 
SCHOOL OF SILENCE: CHESS CLASSES
> First class: 20th of October
> Every Saturday between 18:00 – 20:00
> The classes have a cost of 20€/month
 
Escola do Silêncio brings to OKNA – Espaço Cultural regular Chess classes for all ages and backgrounds with Daniel Gonçalves Quintã, a federated player since 1996, National Champion on under-16 in 2000 and under-20 in 2004. Daniel is also the editorial coordinator of the book collection “Portuguese Chess”.
 
“A game of chess is a visual and plastic thing, and if it isn’t geometric in the static sense of the word, it is mechanical, since it moves; it’s a drawing, it’s a mechanical reality. The pieces aren’t pretty in themselves, any more than is the form of the game, but what is pretty – if the word «pretty» can be used – is the movement. Well, it is mechanical, the way, for example, a Calder is mechanical. In chess there are some extremely
beautiful things in the domain of movement, but not in the visual domain. It’s the imagining of the movement or of the gesture that makes the beauty, in this case. It’s completely in one’s grey matter.”
 
– Marcel Duchamp
 
 

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